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Arquivo Mensal - Setembro/2008 14/09/08 - Domingo Um Martiniano emocionado O entrevistado de hoje no Programa Paulo Beringhs, da TV Goiânia, é Martiniano Cavalcante, candidato do Psol à Prefeitura de Goiânia. Participei da entrevista. Ele fala de política, claro, mas fala principalmente dele mesmo. E se emociona. Há momentos em que ele literalmente fica engasgado com a pergunta. Vale a pena conferir, às 22h30 (talvez um pouco despois). O endereço do programa para quem quiser acompanhar ou ver depois na internet está aí ao lado, nas sugestões de visitas. Ou AQUI.
01/09/08 - Segunda-feira Iris começa a colocar seu staf de campanha nas ruas Vassil Oliveira analisa que depois de ficar um tempo sem movimentar a militancia o candidato Iris Rezende está nas ruas. Para ouvir o comentário, clique aqui.
02/09/08 - Terça-feira Apelou, perdeu!? É, às vezes, não... Vassil Oliveira analisa a disputa eleitoral nessa reta final, e o novo quadro que se instala em algumas cidades, que é a fase da apelação. Parece que na politica nem sempre quem apela, perde. Pelo menos é isso o que pensam alguns "marqueteiros". Para ouvir o comentário, clique AQUI.
02/09/08 - Terça-feira Debate é muito importante, por isso mesmo... Vassil Oliveira analisa a importância dos debates na campanha eleitoral. A Rádio 730 realiza um debate esta semana e o comentarista destaca que perde o eleitor se algum candidato não for. E também que ...quem não vai, perde. Para ouvir o comentário, clique AQUI.
03/09/08 - Quarta-feira 4 goianos entre os mais influentes no Congresso Foi divulgado hoje pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) a publicação Os 'Cabeças' do Congresso Nacional, que aponta a lista dos 100 parlamentares mais influentes do ano. Esta é a 15ª edição do levantamento. Entre os goianos, aparecem: Deputados Senador *** Para ter acesso à lista completa dos "Cabeças do Congresso", clique AQUI. A lista completa dos parlamentares goianos é a seguinte: Deputados Senadores
04/09/08 - Quinta-feira Pilha de campanha Chega um momento em campanha, para quem está envolvido diretamente com ela, em que, diria Drummond, se diz: "Meu Deus!" É um tempo de depuração, de certa forma. Tempo em que os que avistam a possibilidade de vitória no horizonte vibram, extasiados. Tempo em que os que vêem a derrota pela frente, sofrem, gritam, esperneiam, vêem algozes por todos os lados. Os que comemoram, muitas vezes cometem excessos. Por exemplo, ironizam os adversários, tripudiam. Não devia ser assim, mas é assim que acontece, por conta de muitos fatores, entre eles a própria alegria da vitória sobre o adversário. Os que vêem a derrota a poucos palmos dos olhos, não se conformam. Sentem-se como se o mundo conspirasse contra, como se fosse uma afronta do destino a escolha do outro para vencedor. É natural que a paixão eleitoral, a paixão de campanha, produza este tipo de sentimento. Quem já participou de uma campanha sabe como é o envolvimento, como é inclusive necessário este envolvimento por parte de parcela expressiva do grupo, e como é compreensível que isso aconteça mesmo entre aqueles que deveriam ser mais racionais que emocionais, para resguardar o próprio candidato de ser atropelado não pelo adversário, mas pela ansiedade de sua equipe. Uma vítima contumaz nessas ocasiões é a imprensa. Todos os veículos são patrulhados o tempo inteiro, e na reta final, para quem está perdendo, não sobra um para receber um elogio, do tipo "foi imparcial", "cumpriu seu papel", "deu espaços a todos", e, principalmente, "neste e naquele veículo poderíamos até ter tido mais e melhor espaço, mas faltou uma ação nossa; faltou atender aos constantes pedidos de entrevista, negados pela nossa arrogância de achar que não precisaríamos; faltou, de nossa parte, ser menos apaixonados e compreender que jornalista pergunta e candidato responde e que isso é a ordem natural da imprensa viva". A conspiração contra quem perde é real, na cabeça de quem já se dá por vencido, ou por quem, depois do resultado das urnas, precisa encontrar uma desculpa para a sua derrota e, em vez de olhar seus erros nos olhos, prefere apontar nos outros os defeitos que estão em si mesmos. Tenho um amigo que diz que candidato ou colaborador que, em determinado momento da campanha, não avermelha os olhos, com o sangue quase saltando para fora, não é candidato a vencedor. É candidato. É preciso entender, portanto, as paixões de campanha. É preciso saber que isso passa. Não é amor duradouro, porque depois os sentimentos tendem a voltar ao devido lugar. E, se não voltam, é porque a paixão virou doença. Muitas vezes, doença incurável. E aí... Meu Deus! Meus amigos e minha amigas, leiamos mais Drummond. Ele sabe das coisas, políticas ou não. Porque, afinal, isso tudo é tão demasiadamente humano, que, ou se faz filosofia, ou poesia. Ou as duas coisas, mas com rima.
04/09/08 - Quinta-feira Político bom é político morto. Então, vote em Defunto! É isso mesmo. Quer dizer, não sou eu quem está dizendo. Longe de mim pregar coisa desse tipo. Como diria meu compadre, é que tem gente que acha que é bonito ser feio. A pérola está entre as muitas que se vê nesta eleição. Coisa de um candidato em Mogi das Cruzes (São Paulo). Literalmente, assim diz ele: 'Vote em Defunto, porque político bom é político morto!' Outra para não esquecer (de um candidato a prefeito de Aracati, no Ceará): 'Com a minha fé e as fezes de vocês, vou ganhar a eleição.' Quer ler mais coisas de inusitada inteligência? Então clique AQUI e confira no blog do Marcus Vinícius. A compilação foi feita por Roberto Cury.
04/09/08 - Quinta-feira Pedro e Otoni na campanha de Iris!!
Quem disse que os deputados federais petistas Pedro Wilson e Rubens Otoni não estão na campanha do peemedebista Iris Rezende à reeleição, em Goiânia? É só dar uma olhada nos programas dos candidatos a vereador, que a imagem deles está lá, ao fundo, junto com um 15 bem visível. Pois é. A foto acima, da TV, foi feita pelo Leo Iran, que perde o companheiro, mas não perde a foto.
04/09/08 - Quinta-feira Pesquisas Grupom na Tribuna e na Rádio 730 Sábado tem pesquisa Grupom na Tribuna do Planalto e na Rádio 730 sobre Goiânia. O jornal estará nas bancas à tarde, mas já de manhã a edição, com a pesquisa, poderá ser acessada. Na rádio, a divulgação, com detalhes e análises exclusivas, acontecerá de manhã. A pesquisa é dos dias 1º, 2 e 3, portanto já pega um bom período dos programas no rádio e na TV. Mudanças no quadro? Huummmmm... Também serão divulgadas pesquisas de Posse e Piracanjuba.
05/09/08 - Sexta-feira Ibope dá Iris com 71% Está no portal G1: Pesquisa Ibope divulgada nesta sexta-feira (5) pela TV Anhanguera, afiliada da TV Globo em Goiás, mostra o atual prefeito e candidato à reeleição, Iris Resende (PMDB), com 71% das intenções de voto para a Prefeitura de Goiânia. Segundo o instituto, Sandes Júnior (PP) aparece com 12% das preferências. Martiniano Cavalcante (PSOL) soma 3% e Gilvane Felipe (PPS), 1%. Brancos e nulos totalizam 7% e os que não sabem, 6%. Na pesquisa realizada entre 2 a 4 de setembro, o Ibope entrevistou 602 eleitores na capital goiana. A margem de erro é de quatro pontos percentuais para mais ou para menos. O levantamento contratado pela Organização Jaime Câmara está registrado na 133ª Zona Eleitoral de Goiânia sob o número 321815/2008. Segundo turno O Ibope simulou um cenário de segundo turno. Entre Iris e Sandes Júnior, o peemedebista tem 74% contra 15% do candidato do PP. Os brancos e nulos somam 8%, enquanto os que não sabem/não opinaram, 4%. Para ir direto à pesquisa, clique AQUI.
06/09/08 - Sábado Grupom dá Iris com 65,3% Está na Tribuna do Planalto de hoje: Iris mantém frente ampla Anapaula Hoekveld Se as eleições municipais fossem hoje, o prefeito Iris Rezende (PMDB) seria reeleito com folga no primeiro turno. O peemedebista aparece com 52,1 pontos porcentuais à frente do segundo colocado, deputado Sandes Júnior (PP). A constatação é da pesquisa Tribuna do Planalto/Rádio 730/Grupom realizada no período de 1º a 3 deste mês. Foram entrevistados 476 eleitores goianienses e a margem de erro do levantamento é de 4,49 pontos porcentuais para mais ou para menos. Candidato da coligação "Goiânia em Primeiro Lugar", o prefeito se aproxima a cada dia de sua reeleição. Considerado o melhor candidato para assumir o comando do Paço Municipal nos próximos quatro anos, por 65,3% dos eleitores da Capital, o peemedebista é o mais citado na pesquisa espontânea e o menos rejeitado entre os candidatos. Na estimulada, Sandes aparece com 13,2% da preferência do eleitorado e Martiniano Cavalcante (Psol) e Gilvane Felipe (PPS) não atingem juntos 5 pontos porcentuais. O que se percebe é que o prestígio do prefeito continua em alta, o que torna o quadro extremamente difícil para a oposição. A um mês do pleito, o desafio dos oponentes de Iris é, no mínimo, complicado: mesmo que os três postulantes da oposição se unissem, não haveria segundo turno em Goiânia se o pleito fosse antecipado. E, além disso, não há uma fórmula mágica de como reverter tamanho favoritismo em tão pouco tempo. O que parece, ao analisar os dados e a evolução dos números, é que só fazendo mágica a oposição conseguiria reverter esse quadro e provocar uma reviravolta no cenário político da Capital. Consolidação Em comparação com os números da pesquisa Tribuna do Planalto/Rádio 730/Grupom realizada em julho, os índices de intenção de votos atingidos pelo prefeito diminuíram. Há dois meses, o prefeito foi apontado como o melhor candidato por mais de 70% e tinha uma vantagem de 58,4 pontos porcentuais em relação a Sandes. Apesar dessa queda, é preciso ponderar ao analisar os dados. Na pesquisa estimulada o pesquisador apresenta uma lista com os nomes dos candidatos e o eleitor aponta um, ou nenhum, dos nomes apresentados. Sem dúvida, a entrevista é válida para mostrar a intenção de votos do eleitor. Mas, essa pesquisa não indica a consolidação do voto. O levantamento mais eficaz para saber se o eleitor já definiu em quem vai votar é a pesquisa espontânea. Por meio da pesquisa espontânea é possível medir o quanto o nome do candidato foi difundido e assimilado pela população. Ou seja, entre escolher um nome em uma lista e lembrar de um candidato espontaneamente, sem dúvida, a citação espontânea demonstra melhor o cenário real de definição do eleitorado. E, levando isso em consideração, tem-se ainda um cenário muito favorável ao prefeito. A diferença entre Iris e Sandes não diminuiu apenas porque os números do prefeito sofreram uma queda, mas porque o pepista também apresentou uma melhora, sensível, mas melhora. Sandes aparecia na pesquisa de julho com pouco mais de 12% e agora tem pouco mais de 13%. Nada muito animador, já que os votos do peemedebista não migraram para o candidato da base estadual. Apesar disso, Sandes segue isolado na segunda colocação com boa margem em relação aos demais concorrentes. Gilvane Felipe, que encabeça a coligação "Goiânia em Movimento", também apresentou avanço nesta nova pesquisa: o candidato do PPS superou Martiniano Cavalcante, do Psol, e aparece em terceiro na estimulada. Esse crescimento nos índices de intenção de voto deve-se, sobretudo, à propaganda eleitoral no rádio e na televisão, que deu visibilidade à campanha de Gilvane. Como nunca passou pelo teste das urnas, o postulante do PPS era desconhecido do eleitorado goianiense e, também, por conta disso era o mais rejeitado. Mesmo com essa inversão, Martiniano e Gilvane continuam tecnicamente empatados, considerando-se a margem de erro do levantamento que é de 4,99 pontos porcentuais para mais o para menos. Na preferência do eleitor, a diferença entre os dois é de 1 ponto porcentual. O levantamento realizado pela Tribuna em parceria com a Rádio 730 e o Grupom traz também os índices de desempenho dos candidatos com base nos votos válidos - sem levar em conta votos brancos, nulos e abstenções. De acordo com a pesquisa, o prefeito Iris Rezende tem hoje 79,5% de intenção de votos. Segundo a lei eleitoral, para que um candidato seja eleito sem a necessidade de realização do segundo turno é necessário obter 50% mais um voto dos válidos. Logo o peemedebista tem uma margem de aproximadamente 29% para ser reeleito no primeiro turno. Isso significa que os três candidatos que disputam a sucessão de Iris terão de trabalhar pesado para fazer com que ele perca 29 pontos porcentuais e forçar assim, um segundo turno. A soma dos votos válidos de Sandes, Martiniano e Gilvane é de 20,4 pontos porcentuais, segundo a pesquisa feita pela Tribuna no início deste mês. Iris é o menos rejeitado (...) menos de 10% dos entrevistados disseram que não votariam no prefeito de jeito nenhum. (...) Na outra ponta, estão os três postulantes de oposição: Martiniano Cavalcante (Psol), Gilvane Felipe (PP) e Sandes Júnior (PP). O candidato do Psol lidera a lista negativa, porém, considerando a margem de erro, o que se tem é um empate técnico. Os três candidatos têm índice de rejeição superior a 20%. Porém, é importante ressaltar que quase a metade dos eleitores não rejeitam ninguém. Ou seja, há uma margem boa para trabalhar já que, teoricamente, essa parcela do eleitorado está disposta a votar em qualquer um dos postulantes. Apesar desse consolo, a baixa rejeição do prefeito é sintomática. Isso demonstra que não há desgastes nesta administração, o que reforça o favoritismo do peemedebista. Afinal esse cenário também é muito positivo ao prefeito quando se faz uma comparação entre o grau de rejeição atingida pelos três candidatos de oposição e o nível de rejeição atingido pelo prefeito Iris Rezende. Os índices dos três postulantes são mais de duas vezes maior que a pontuação do peemedebista. Esses dados mostram que a popularidade do prefeito está em alta e permanece inabalada. *** Para conferir toda a pesquisa, clique AQUI.
06/09/08 - Sábado Iris está em 2010; seus adversários, em 1998 A nova rodada da pesquisa Tribuna do Planalto/Rádio 730 - Grupom mais indica uma acomodação na intenção de voto do eleitor do que aponta uma mudança. A queda de 5 pontos do prefeito de Goiânia, Iris Rezende, é pouco para configurar alteração real no curso da eleição ou para se imaginar que haverá tempo para um segundo turno, ou que, caso haja este segundo turno, a sua liderança se perca. Na eleição passada, houve segundo turno, e ele segurou o resultado. Porque, em contra-partida, ele cresceu 19 pontos na espontânea (indicação de consolidação de voto), a sua rejeição caiu e os votos válidos (os que contam na apresentação do resultado eleitoral) tiveram variação dentro da margem de erro. E mais: ninguém cresceu verdadeiramente. As variações positivas de Sandes Júnior (PP) e de Gilvane Felipe (PPS) também ficam nos limites da margem de erro. Nesta altura da campanha, com números assim, repetidos em pesquisas diversas, mesmo quem não admitia que Iris mudou, já advoga a tese com a autoridade de quem acaba de descobrir a roda. Porém, mais do que Iris ter mudado, a constatação óbvia que se cristaliza é outra: o tempo novo, o tempo velho, o novo tempo, enfim, o tempo passou e os adversários dele não mudaram. O discurso é o mesmo, embora o momento seja outro e o próprio Iris não seja mais o mesmo. Daí que Iris perde uns pontos aqui, ganha outros ali, e até agora... Não adianta mais chamá-lo de coronel, dizer que é demagogo, que ele e o PMDB quebraram a Caixego, que ele é atraso... Que ele não sabe o que é planejamento, que ele faz política por intuição, que ele... Isso não cola mais contra ele. E quem atesta isso é quem menos se culpa, se é que culpa há, nesta hora: o eleitor goianiense (e goiano, a se confirmarem os reflexos de sua boa fase em municípios como Trindade e Aparecida, por exemplo). Sem um novo discurso, a oposição a Iris vai continuar patinando. Talvez esta seja a maior lição para as eleições de 2010: é preciso urgentemente esquecer 1998 - ou, antes que algum purista leia isto como uma recomendação para que se negue aquele ano, é preciso deixar 1998 onde deve ficar: na História. A memória de 1998 distrai os adversários de Iris, porque não os deixam olhar para o presente considerando a força do prefeito hoje, a possibilidade dele ser o candidato a governador ou influenciar na escolha do nome do PMDB, e a inevitabilidade de que ele ainda é uma das referências no tabuleiro político goiano. Dizer que ele está velho, não sai do ramerrão do "intindimento" no discurso, e considerar que ele é ditador não o faz mais fraco. É preciso dar a Iris o que é de Iris. O PMDB, sem ele, não existe, mas enquanto ele existir, o PMDB, com ele, é uma das duas maiores forças políticas do Estado. Ou seja: o futuro político de Goiás gira em torno dele, para o bem ou, se quiserem, para o mal. E é fato que Iris tem crescido em função de seus acertos, de sua adaptação a estes tempos, porém muito mais concreto é afirmar que ele tem ganhado terreno justamente em razão da falta de rumo de seus adversários. Não há, hoje, contraponto político competente contra Iris. Ele está jogando sozinho o xadrez político no Estado. Na campanha em Goiânia, todos centram fogo em Iris com os mesmos jargões, que soam como ladainha. Não que estejam errados, ou que não devam fazer isso. Cada um dos outros três candidatos tem suas razões e suas motivações para centrar fogo no prefeito. A questão é que, no ambiente em que estamos, o que dizem cai no vazio. E, convenhamos, isso não é culpa da imprensa. A imprensa goiano tem seus pecados, mas está longe de ter o poder de definir o destino político do Estado. É o que a história mostra. O jogo em curso é político. Portanto, os políticos adversários de Iris é que o estão perdendo para ele. E, no ritmo que a coisa vai, vão continuar perdendo. A menos que também mudem. Façam a sua parte, em vez de ficar esperando que Deus dê jeito no que, por seu arbítrio, não conseguem. *** Confira a pesquisa clicando AQUI (uma parte, no blog), AQUI (na Tribuna, com gráficos) ou AQUI (na Rádio 730).
08/09/08 - Segunda-feira Iristas em estado de alerta A campanha do PMDB em Goiânia entrou em fase de profissionalização total. Antes, Iris Rezende segurava a campanha, o que estava deixando muita gente apreensiva no comitê. Agora, não. Há vigilância dos setores de comando. Hoje o dia foi de avaliações, depois das pesquisas favoráveis ao prefeito e das críticas do boneco da campanha de Sandes Júnior (PP), o Zé Atento, com seu "inindimento". Só um reparo: a reação irista às provocações de Sandes ainda estão, em muitos aspectos, muito na base do apelou, perdeu.
08/09/08 - Segunda-feira Sandes mira no segundo turno Sandes Júnior (PP) aposta na provocação ao favorito Iris Rezende (PMDB) para tentar levar a eleição em Goiânia para o segundo turno. Naturalmente, Sandes joga tudo pelo segundo turno. Tem em mãos pesquisas de avaliação localizada de Iris na cidade, pesquisas que mostram os pontos fracos do prefeito, e bate no ponto que entende ser o fatal. Palavra de ordem: mudar o pensamento da população em relação a Iris. O boneco Zé Atento é pura estratégia. Por ora, o PMDB está entrando no jogo.
08/09/08 - Segunda-feira Martiniano e a esperança Martiniano Cavalcante (Psol) tem o melhor livreto com propostas para administrar Goiânia. Todos deveriam ler. É que não tenho link aqui, senão colocava para sugerir a leitura. E o programa dele hoje foi impecável. Eu, que ando meio desesperançado, vi um belo discurso de dar esperança. Também prega segundo turno, como segunda chance.
08/09/08 - Segunda-feira Gilvane mais animado que o seu programa Gilvane Felipe (PPS) segura as pontas. Uma campanha bonita, mas a empolgação dos programas ainda não emplacou na mesma medida em que ele, particularmente, demonstra. Ponto que merece destaque: na campanha dele (e um pouco na do Sandes Júnior), a vice tem vez e voz.
10/09/08 - Quarta-feira Júnior do Friboi quer ser vice de Marconi em 2010 A notícia chegou ontem à noite por e-mail, da assessoria da CDN Comunicação Corporativa: empresário elogia a internacionalização do Brasil. Qual empresário? José Batista Júnior, o Júnior do Friboi, que tentou mas não conseguiu ser candidato a governador na eleição passada pelo PSDB, embora seja ainda muito ligado ao PMDB. Pois olha o que o material da assessoria informa, lá pelas tantas: O empresário José Batista Junior, acionista e conselheiro do Grupo JBS-FRIBOI S/A e presidente do Bond USA, elogiou há pouco a ação do Governo Federal na busca da internacionalização do Brasil. "Nunca tivemos um governo assim. Quem quiser internacionalizar o País, este ainda é o momento. O Governo atual tem dado todo apoio para isso", afirmou José Batista, que sinalizou a possibilidade de ser o vice-governador de Goiás, na chapa de Marconi Perillo, pelo PSDB, em 2010. "Teria muito prazer em contribuir com este País maravilhoso" afirmou ele. Ou seja: Marconi Perillo não só está em campanha como já está montando chapa. Ou outra coisa: Júnior entra na categoria de candidato a candidato a vice, senador, enfim, o que der, porque o importante é participar. *** A informação da assessoria da CDN: "Só tenho a elogiar a ação do Governo para a internacionalização do Brasil" A frase é do empresário José Batista Junior, do Grupo JBS-Friboi, durante seminário do JLIDE realizado há pouco, em São Paulo, para cerca de 196 líderes e empresários
São Paulo, 09 de setembro de 2008 - O empresário José Batista Junior, acionista e conselheiro do Grupo JBS-FRIBOI S/A e presidente do Bond USA, elogiou há pouco a ação do Governo Federal na busca da internacionalização do Brasil. "Nunca tivemos um governo assim. Quem quiser internacionalizar o País, este ainda é o momento. O Governo atual tem dado todo apoio para isso", afirmou José Batista, que sinalizou a possibilidade de ser o vice-governador de Goiás, na chapa de Marconi Perillo, pelo PSDB, em 2010. "Teria muito prazer em contribuir com este País maravilhoso" afirmou ele. As declarações fizeram parte de uma palestra do empresário sobre empreendedorismo para uma seleta platéia com 196 líderes e empresários no hotel Grand Hyatt, em São Paulo (SP), por ocasião do "Workshop de Empreendedorismo do JLIDE - Jovens Líderes Empresariais". José Batista, que está à frente da empresa desde que completou 20 anos, lembra que a internacionalização da FRIBOI aconteceu em 2002. Atualmente a JBS-FRIBOI é a maior multinacional brasileira na área de alimentos, faturando cerca de US$ 16 bilhões por ano. Com a aquisição recente de novas empresas dos Estados Unidos, seu faturamento deverá atingir um volume de US$ 25 bilhões. A empresa possui 23 plantas industriais em diversos países, como Brasil, Estados Unidos, Argentina e Austrália, atua em 110 países e abate, por dia, 80 mil bois, 60 mil suínos e 15 mil ovelhas. Sobre José Batista Junior: Empresário, 48 anos, começou a trabalhar aos 14 anos com seu pai, na distribuição de carne. Cresceu com a empresa e aos 20 anos assumiu a presidência da organização (1980-2006). Em 2006, começa a comandar o Conselho, transferindo a presidência da empresa a seu irmão Joesley Batista. Em 2007, o Grupo JBS-FRIBOI tornou-se a maior multinacional do mundo no ramo de carne bovina ao adquirir a Swift & Company nos EUA. O Grupo está presente em mais de cem países nos cinco continentes. Desde 02 de janeiro de 2007, José Batista participa como acionista e membro do Conselho da JBS S/A, além de ser presidente do Bond USA.
10/09/08 - Quarta-feira Novo Eixo Político em Goiás na ordem do dia O deputado federal Rubens Otoni (PT) fala na formação deste novo eixo político(Nova Ordem) em Goiás há um bom tempo. Ontem, a coluna Fio Direto, do Diário da Manhã, trouxe informação de que já estaria fechada chapa para 2010 incluindo o PT e o governador Alcides Rodrigues (PP) como candidato a senador. Ontem mesmo, porém, o governador disse que não deixa a base aliada que o conduziu ao governo e da qual não consta o PT e que não é hora de falar em sucessão. "Estamos discutindo uma ação política, administrativa, quando ainda não é a hora (de falar em 2010). Neste momento, as pessoas estão atravessando o limite. Estamos discutindo eleições municipais e, a nível federal, está longe ainda", disse (veja DM de hoje: Não vou deixar a base, diz Alcides ou AQUI, versão digital) Esta base (parte do que resta dela) tem, em tese, um candidato ao governo: o senador Marconi Perillo (PSDB). O novo eixo previsto por Otoni é basicamente contra Marconi. Portanto, a matemática política é complicada. No entanto, há considerandos. Todos sabem, por exemplo, que a tal base aliada já não é mais a mesma faz tempo. O próprio PP do governador é hoje, por incrível que pareça, o maior partido anti-marconista do Estado, empatado aí, quem sabe, com o PMDB. É, porque no PMDB tem muito marconista enrustido... Prova disso é que no Diário da Manhã de hoje, na coluna Fio Direto (clique AQUI para ler a versão digital; o texto, vai abaixo), o deputado federal e presidente do PR, Jovair Arantes, deixa claro que não só acredita neste eixo como o seu PR pode mesmo deixar a base governista. Precisa lembrar que Mabel e Marconi não amarram os bigodes faz tempo, por conta de o tucano ter incluído o empresário no rolo do mensalão etc. etc. etc.? Marconi, no entanto, habilidoso, trata de construir as bases de sua candidatura em 2010. Para isso, quer reconstruir a base alida, ou o que for possível - se é que me permitem o infame trocadilho. Marconi está vivíssimo, e trabalhando. É político 24 horas. Bobo de quem acha que ele se intimida com Iris Rezende (PMDB) ou mesmo com Henrique Meirelles. Agora, o novo eixo político já está em andamento. A união entre PMDB e PT já é uma mudança e tanto na política goiana. Caso Iris confirme a reeleição em Goiânia com os petistas na vice, pode consolidar essa aliança e aí a mudança se ampliará, principalmente se incluir o PR, como novo eixo. Neste caso, PT-PR-PMDB podem fazer uma frente contra PSDB-PP-DEM-PTB. Mas... ...vingando a tese da união de interesses contra Marconi, o eixo pode caminhar para outro horizonte: PT-PMDB-PR-PP-DEM x PSDB. Alguém dirá: difícil DEM e PT juntos. Pois o que dizem os bastidores: há costura nacional a favor dessa união, com objetivo único: justamente derrotar Marconi. E, no DEM, o pragmatismo é este: reeleição do senador Demóstenes Torres e derrota... bem, nem precisa repetir. Como Meirelles entraria aí? Eis a questão. Quer dizer, uma delas. Vai depender da chapa. Falar em chapa, a de Marconi já tem candidato a vice: Júnior do Friboi (leia Júnior do Friboi quer ser vice de Marconi). *** As duas notas da coluna Fio Direto (Ivan Mendonça), do DM. Para acessar diretamente na versão digital, que não exige cadastro, clique AQUI. Marconi volta às articulações políticas e promete buscar a unidade da base O senador Marconi Perillo, do PSDB, desembarcou ontem em Brasília, oriundo da Suíça, prometendo lutar pela unidade da base aliada e sem nenhuma disposição para entrar na polêmica sobre a criação de um novo eixo na política de Goiás. "Toda a minha trajetória foi construída dentro da base e vou continuar neste caminho", disse ele, negando-se a comentar as declarações do deputado Rubens Otoni, do PT, anunciando explicitação da aliança do governador Alcides Rodrigues, do PP, com o presidente Lula para depois da eleição. "A base governista é testemunha de meu trabalho em favor da unidade", desconversou o senador, anunciando roteiro de viagens ao interior do Estado, visando garantir a hegemonia do chamado Tempo Novo, com a promessa de vitória em até 190 municípios. Marconi Perillo abre a maratona eleitoral pelo Nordeste Goiano, na sexta-feira, com visitas a Buritinópolis, Simolância, Alvorada e Posse. No sábado, ele vai a Goianira, Pontalina, Edealina, Edéia, Paraúna, São João da Paraúna, Jandaia e Acreúna. Já no domingo ele estará em Uruaçu, Campinaçu e Minaçu, completando o roteiro na segunda-feira em Mundo Novo, Nova Crixás, Mozarlândia, Araguapaz e Aruanã. "Minha preocupação é apenas em ajudar os companheiros, independente de candidaturas em 2010", completou. Mabel enxerga novo eixo político e já admite PR fora da base aliada Um dos políticos mais próximos do presidente Lula, o deputado Sandro Mabel enxerga nova correlação de forças em Goiás após a eleição e já admite o PR, presidido por ele, em nova rota política e longe do chamado Tempo Novo. "Alguns partidos que já foram da base aliada podem estar do outro lado, como o PR, o DEM e o próprio PP, do governador Alcides Rodrigues", exemplifica ele, vislumbrando alinhamento de partidos mais à esquerda como PT e PCdoB. Sandro Mabel disse ainda a este Fio Direto que a eleição de 2010 será marcada por um novo eixo que se consolidará em 2014. O dirigente do PR não descarta a possibilidade de Henrique Meirelles entrar no jogo político de Goiás, mas reconhece que o PMDB pode sair fortalecido na eleição deste ano. "Teremos uma bipolarização entre o prefeito Iris Rezende, se reeleito em Goiânia, com o senador Marconi Perillo, do PSDB", teoriza Mabel. *** Rádio 730 Ainda sobre este assunto, falei hoje no comentário diário para a rádio. Para ouvir, clique AQUI.
10/09/08 - Quarta-feira Celg, Alcides, Lula e o Jabuti Huuummmm... Jabuti não sobe em árvore. Então, como foi parar lá? Foi só o governador Alcides desconversar sobre aliança com o PT em 2010 (lei mais sobre o assunto no post anterior, Novo Eixo Político em Goiás na ordem do dia) e afinar a viola para o lado do senador Marconi Perillo, os problemas da Celg ganharem destaque nacional. Não se fala em outra coisa hoje nos bastidores políticos e do governo. A avaliação é de gente ligadíssima aos interesses dos governos passado e atual. O assunto veio à tona em dois jornais hoje, um local e outro nacional. Manchete de O Popular: Dívida impede Celg de reajustar tarifa A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) manteve congeladas as tarifas de energia da Companhia Energética de Goiás (Celg Distribuidora), que seriam reajustadas a partir de sexta-feira, até que a empresa quite suas dívidas estimadas em R$ 700 milhões, que se acumulam desde 1978, com geradoras de energia, transmissoras e referentes a encargos setoriais cobrados pelo governo. Na reunião do Conselho da Aneel, realizada ontem em Brasília, foi aprovado o reajuste de 11,04% para os consumidores residenciais e de 8,92%, para industriais e comerciais, nas tarifas de energia elétrica da Celg Distribuidora. Porém, na prática, a empresa não poderá repassar o aumento para as 2,056 milhões de unidades consumidoras, em 237 municípios. Por causa do não-pagamento dessas dívidas, as tarifas da Celg estão congeladas desde 2005. (AQUI, link para para a página de O Popular na internet. Acesso só para assinantes) Na Gazena Mercantil: Saída para Celg é a privatização Brasília, 10 de Setembro de 2008 - A saída para a Companhia Energética de Goiás (Celg) pode ser a privatização, alertou ontem o superintendente de Regulação Econômica da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Davi Antunes Lima, ao anunciar que a revisão tarifária para a estatal goiana está congelada e que o reajuste médio de 10,41%, aprovado ontem pelo regulador, não pode ser aplicado enquanto estiver inadimplente com as obrigações setoriais. A dívida da Celg, conforme relação de inadimplência obtida pela Gazeta Mercantil, situa-se em torno de R$ 800 milhões e tem como principais credores a Cemig e a Eletrobrás, incluindo a binacional Itaipu. Esse reajuste, que só poderá ser aplicado quando a empresa saldar seus compromissos, representa a atualização tarifária acumulada desde 2005, quando a Celg obteve da Aneel a última autorização para atualizar suas tarifas, antes de tornar-se inadimplente. "A situação é difícil, pois o custo (operacional) só aumenta e a receita não acompanha", disse Antunes, sobre a extensão do problema da Celg. (Para ler mais, clique AQUI.) *** Teoria da conspiração? Pode ser, pode ser. Constatação da realidade? Pode ser, pode ser. Que coisa!...
11/09/08 - Quinta-feira Eleição para vereador em Goiânia, o Jogo é duro Vassil Oliveira analisa a disputa pelas vagas do legislativo municipal. o jogo é duro e esta sendo jogado em um campo de batalha. Na periferia todas as artimanhas estão sendo utilizados para chegar ao eleitor e conseguir ser eleito sem o tal do "coeficiente eleitoral". Para ouvir o comentário clique AQUI.
11/09/08 - Quinta-feira Foi criado o décimo quinto salário. A hora foi boa? Vassil Oliveira analisa na Rádio 730 o momento politico que foi utilizado para isso (pelos vereadores de Goiânia): foi o melhor, do ponto de vista estratégico para eles? Parece que essa não é a melhor hora, e agora quem é a favor vai usar a criação de um jeito (para se explicar ao eleitor), já os opositores vão tentar utilizar esse momento para se declararem defensores do povo. Para ouvir o comentário, clique AQUI.
11/09/08 - Quinta-feira 2010 é agora! Mesmo que ainda seja 2008 O comentarista Vassil Oliveira analisa a eleição de 2010 e o jogo das principais peças politicas do Estado nas disputas deste ano. Para Vassil Oliveira, o jogo da sucessão já começou (faz tempo) e é importante acompanhar como cada um está se comportando. Para ouvir o comentário, clique AQUI.
12/09/08 - Sexta-feira TV e Rádio limpos na campanha eleitoral Vassil Oliveira analisa a campanha eleitoral no rádio e na TV, em Goiânia, que foge da apelação pessoal e foca o 'combate' de propostas. Para ouvir o comentário, clique AQUI.
12/09/08 - Sexta-feira Vem aí!!!!! No sabado será divulgada mais uma pesquisa de intenção de votos para a prefeitura de Aparecida de Goiânia. A partir das 9 horas da manhã, no programa Eleições 2008 Em 90 Minutos, na Rádio 730. Não percam!!!!!!!!!
12/09/08 - Sexta-feira Outra eleição movimenta a política goiana. Quem será o presidente da Assembléia? Isso mesmo: antes do final do mês de outubro, além de conhecer os nomes dos 246 prefeitos goianos e como está a organização do poder entre os partidos, teremos uma outra eleição. Vassil Oliveira analisa a disputa pelo cargo mais importante do Legislativo estadual, o de PRESIDENTE DA CASA. As eleições estão marcadas para outubro e o 'PIB politico' goiano já se movimenta. Para ouvir o comentário, clique AQUI.
13/09/08 - Sábado Ordem unida na disputa pela Assembléia? Mas pra que lado? Sobre a disputa pela presidência da Assembléia Legislativa (veja post anterior: Outra eleição movimenta a política goiana. Quem será o presidente da Assembléia?), vale dizer: 1 É antiga a notícia de acordo de bastidores para que o próximo presidente seja Helder Valin (PSDB), que hoje é um dos homens fortes do atual presidente, o tucano Jardel Sebba, na Casa. Mas isso se não acontecesse o que ninguém imaginava: derrota de Jardel na disputa pela prefeitura de Catalão. 2 Há quem diga na Casa, porém, que a aprovação da antecipação da eleição para outubro teve outro caráter: deixar pavimentada a possibilidade de reeleição de Jardel. Isso porque os deputados mais próximos a ele já tinham pesquisas qualitativas que indicavam que vencer em Catalão não seria fácil. Repito: é o que se ouve em algumas rodas na Casa. 3 Se perder mesmo a eleição em Catalão, é natural que Jardel queira a reeleição. Terá pela frente uma articulação difícil. Primeiro, o PMDB não está mais tão fechado assim com ele, e ficará menos se confirmada a reeleição de Iris Rezende em Goiânia e de Maguito Vilela em Aparecida de Goiânia. Neste caso, surge um nome com chance real de entrar na disputa com chance: Ozair José. 4 Ozair é do partido do governador Alcides Rodrigues (PP) e coordenador da campanha de Maguito. Alcides, na eleição passada, ficou quieto, deixou o senador Marconi Perillo (PSDB) livre para jogar pesado a favor de Jardel. Marconi amarrou apoio para Jardel inclusive no PMDB. O governador vai entrar no jogo agora? É o que quer o PP. 5 Não quer dizer que será fácil também para Ozair unir o PMDB e parte da base pouco unida em torno de seu nome. Caso reeleito, como Iris se comportará em relação ao PP, que é seu adversário hoje em Goiânia? E Alcides, está mesmo disposto a investir na reunificação da base em torno de Marconi, ou vai manter a atual estratégia, que sinaliza para até uma possível aproximação do PP com o PMDB. Ozair será mais beneficiado se essa sinalização for feita. E, se ela for feita, indicará outra coisa: PP e PSDB mais distantes. 6 Para colocar mais lenha nessa fogueira, e ainda considerando-se a possibilidade de derrota de Jardel, será razoável imaginar que o prefeito de Catalão, Adib Elias, que é também presidente estadual do PMDB, centrará fogo imediatamente na disputa na Assembléia, onde está sua mulher, Adriete Elias. Por uma razão pragmática: derrotar pela segunda vez Jardel. Bom para Ozair? Pode ser. 7 Bem, mas isso partindo-se do possibilidade de derrota de Jardel em Catalão. Mas, e se ele vencer? Aí Helder Valin, com Mizael Oliveira (PDT) e outros à frente, passa à condição de favorito. Porque vem construindo isso, mantendo principalmente um bom relacionamento com o governador. Afinal, é o líder do governo. 8 Como se vê, em tudo, de outubro em diante, estará embutida a grande questão política para as disputas futuras em Goiás: quem ficará com quem e contra quem? Até agora, as alianças obedeciam interesses localizados, pontuais. O discurso era: eleição municipal é uma coisa, eleição estadual é outra. Daí em diante, mais do que nunca, os interesse em jogo estarão convergindo inevitavelmente para a disputa pelo governo. Toda e qualquer mexida no jogo será decisiva. Será uma pedra jogada no lago para reverberar lá na frente. 9 Mas somemos lé com cré na política goiana hoje só pra ver no que dá - por enquanto! O PT fechou com o PMDB em 2008 e, permanecendo junto em 2010, ficará consolidada aí uma já posta Nova Ordem Política no Estado. Principalmente se lhe 'sobrar' a prefeitura de Goiânia, com a saída de Iris no início de 2010 para disputar o governo ou o Senado. Essa Nova Odem (para muitos, Novo Eixo) pode juntar PT, PMDB e o PR do deputado federal Sandro Mabel, como já se escreveu aqui. Juntaria o PP também? Eis a questão. Caso o objetivo de Lula, que é o de derrotar Marconi, prevaleça, isso não será impossível. A saber: para salvar a Celg e receber outras ajudas federais, Alcides aceitará alinhar-se a uma frente anti-Marconi? No DEM, tem-se de um lado o senador Demóstenes Torres, que só não topa participar de uma chapa com o PMDB à frente, e de outro o deputado federal Ronaldo Caiado, que tudo que quer é, como Lula, derrotar Marconi. E o PTB? Bem, Jovair Arantes não é de perder eleição. 10 Em dito isso, atentemos: nos últimos dias, Marconi Perillo deflagou estratégia para buscar a recuperação de terreno entre velhos companheiros. Ele está em campo no interior, enquanto na capital seus arautos louvam a união, lustram o 'temponovismo' no noticiário e pregam, entre outras coisas, que não há sobrevivência política para o PP e Alcides fora dos braços e laços marconistas. Por que? Seria uma reação à Nova Ordem, ou Novo Eixo? Nem ele nem seus seguidores admitem isso. Ao contrário. Desqualificam a idéia de Nova Ordem, ou Novo Eixo, como forma de sustentar que ele é a ordem natural das coisas, e que tudo converge para ele. Politicamente, Marconi age com inteligência: para vencer, ele precisa de soldados... às suas ordens. É hora, portanto, de convergência para o seu lado. 11 Quer dizer: a eleição na Assembléia tem tudo para apontar de saída (das eleições municipais, e independente do resultado em Catalão) como ficará o tabuleiro em 2010. 12 Só para colocar mais molho. Uma lembrancinha: na eleição para a presidência da Assembléia de 2004, Henrique Meirelles teria ajudado um grupo de deputados, ajuda que resultou na eleição de Samuel Almeida (PSDB) e na derrota política de Marconi Perillo, que teve de engolir Samuel. Em 2006, Marconi jogou duro e venceu uma eleição em que Meirelles e o então recém-reeleito governador Alcides Rodrigues ficaram quietos e Iris, da trincheira da prefeitura, saiu derrotado, uma vez que não conseguiu segurar os deputados peemedebistas com Samuel (que tentava a reeleição). E uma perguntinha, que tem tudo a ver com tudo: Meirelles, Iris e Alcides vão fazer o quê, desta vez? Ordem unida? Pois é: olho neles! (Publicado na Tribuna do Planalto em 14.9.2008)
14/09/08 - Domingo 'Estamos na pré-história da internet'
O editor do caderno Comunidades do jornal Tribuna do Planalto, Marcos Bandeira, entrevistou na semana passada o jornalista Lourival Sant'Anna. Na abertura da entrevisa, publicada na edição que está nas bancas desde sábado à tarde, registra: Entre visões apocalípticas e otimistas, em 'O Destino do Jornal' (Ed. Record, 270 páginas), resultado de sua dissertação de mestrado, defendida na Universidade de São Paulo no ano passado, o jornalista Lourival Sant'Anna mostra que o tradicional veículo de comunicação ainda tem futuro. Para tanto, será necessário adaptá-lo aos novos tempos. Mas engana-se quem pensa que isso significará abrir mão das qualidades que o distinguem dos demais meios. Pelo contrário, uma das saídas será justamente reforçar o que o jornal faz de melhor: contextualizar, interpretar e analisar a notícia. Um pouco do que diz Lourival: "O jornal impresso tende a diminuir em número de páginas. Deve deixar de contar tudo o que aconteceu ontem, para investir na análise, interpretação e narrativa de alguns fatos. Também tende a diminuir em formato, passando do standard para o tablóide, de modo a maximizar uma de suas qualidades mais apreciadas pelo leitor: a portabilidade. Tende, ainda, a diminuir em circulação. Parte de seus leitores está migrando para o on-line. E parte simplesmente deixará de ler jornais." "A TV, o rádio, a internet e o celular são melhores que o jornal para dar a notícia. O jornal é melhor que todos eles para contextualizar, interpretar e analisar essa notícia, explicar o que ela significa para o leitor, para sua cidade, para o país e para o mundo. O jornal também é melhor que os outros para contar a história, com qualidade narrativa. A revista também é boa para fazer essas coisas, mas ela só o faz uma vez por semana. O jornal não é quente demais a ponto de ser superficial nem frio demais a ponto de parecer velho. Na sociedade da informação, 24 horas é a periodicidade ideal para dar sentido à notícia." "...o jornalismo on-line ainda não é rentável. Estamos na pré-história da internet..." (Para ler toda a entrevista, clique AQUI.) *** Lourival, que formou-se na UFG e é irmão da vereadora Marina Sant'Anna (PT), faz palestra nesta terça, 16 (às 9h, no auditório da Facomb, no Campus Samanbaia), para estudantes da pós-graduação da Faculdade de Comunicação e Biblioteconomia. E às 20h ele participa de debate no auditório do Sindicato dos Jornalistas.
14/09/08 - Domingo Um extintor para Jardel e Valin!
Título, foto e pergunta, tudo do nosso atento Leo Iran: Jardel Sebba e Elder Valin (ambos do PSDB): quem vai apagar o fogo de quem?!!!!!!!!!!! Eis a questão! Jardel é presidente da Assembléia Legislativa de Goiás e candidato a prefeito de Catalão, onde enfrenta dificuldades na campanha. Valin é pré-candidato ao lugar de Jardel na Assembléia. Lei mais sobre o assunto logo abaixo, em Ordem unida na disputa pela Assembléia? Mas pra que lado?
15/09/08 - Segunda-feira Cresce vantagem de Maguito sobre Marlúcio Falar o quê? O título acima, manchete do jornal Tribuna do Planalto, já diz como está a disputa em Aparecida de Goiânia. Ele se refere a pesquisa publicada esta semana no jornal e divulgada pela Rádio 730. Confira AQUI a pesquisa na Tribuna, com gráficos, e AQUI, no site da rádio. Na página do jornal há ainda comentários de Marcelo Heleno e Altair Tavares.
15/09/08 - Segunda-feira A pesquisa aponta liderança de Maguito. o que isso significa Vassil Oliveira analisa a disputa pela prefeitura de Aparecida de Goiânia e o impacto da pesquisa divulgada pela Rádio 730 e pelo jornal Tribuna do Planalto. Na pesquisa Maguito Vilela (PMDB) aparece na frente de Marlucio Pereira (PTB). Para ouvir o comentário clique AQUI.
16/09/08 - Terça-feira PMDB sai fortalecido da eleição deste ano, mas isso pode não significar muita coisa Vassil Oliveira analisa o possível resultado das eleições em Goiás, com o fortalecimento do PMDB, que deve conseguir governar algumas cidades importantes do Estado. Mas, para o comentárista, isso pode não significar muito, pois o jogo da sucessão em 2010 ainda está muito embolado. Para ouvir o comentário, clique AQUI.
16/09/08 - Terça-feira A dura vida dos candidatos a vereador Hoje Vassil Oliveira analisa a disputa pelas vagas de vereador em Goiânia. É dura a vida de quem está querendo ser eleito. Para ouvir o comentário, clique AQUI.
17/09/08 - Quarta-feira Campanha em Goiânia, um ou dois tons acima Vassil Oliveira analisa a reta final da campanha eleitoral em Goiânia.` É, a campanha aumentou um pouco o tom nos últimos dias, as críticas ficaram mais diretas contra o prefeito. Para ouvir o comentário, clique AQUI.
18/09/08 - Quinta-feira Internet é importante mas, não empolga Vassil Oliveira analisa a falta de interesse dos politicos com o mundo virtual e as paginas da internet. O comentárista aponta que ao contrário dos Estados Unidos da America, o Brasil ainda engatinha na questão virtual. Para ouvir o comentário clique AQUI.
18/09/08 - Quinta-feira A cidade criativa !!! Vassil Oliveira analisa a entrevista concedida pelo candidato Gilvane Felipe na Rádio 730. Vassil analisa que a cidade criativa é um bom tema, mas a apresentação as vezes deixa a desejar. Para ouvir o comentário clique AQUI.
19/09/08 - Sexta-feira Martiniano abalado, mas com discurso forte Hoje Vassil Oliveira analisa a entrevista concedida pelo candidato Martiniano Cavalcante à Rádio 730. Para Vassil Oliveira, a entrevista apontou a força do discurso mostrou a dificuldade da cidade de se desenvolver. Para ouvir o comentário clique AQUI.
21/09/08 - Domingo Marconi e Iris têm deixado claro: querem guerra Uma prévia da guerra de 2010 já está em cartaz em Anápolis. PMDB e PSDB estão se enfrentando com armas na mão pela prefeitura, assim como podem e devem se enfrentar na disputa pelo governo do Estado. A nova rodada da pesquisa Grupom - Tribuna do Planalto/Rádio 730 (para ver o resultado, clique AQUI) na cidade não deixa dúvida disso, e serve de referência para outra questão: como vão se comportar na disputa pelo governo os partidos de médio porte que hoje estão em parte com o que resta da base aliada governista, em parte com o PMDB. Ficam com quem? Outra coisa: a estrutura alcidista (PP e aliados diretos do governador Alcides Rodrigues), fica com quem? Nos últimos dias, a base aliada tem insistido que o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, que busca a reeleição, é candidato natural ao governo. Com isso, mais faz campanha antecipada para Iris do que o desqualifica para a disputa na capital. Pelo menos é o que pensam os peemedebistas. Em outra trincheira, o senador Marconi Perillo (PSDB) procura deixar claro cada dia mais que é candidato ao governo, que tem (na convicção de seus aliados) do seu lado o DEM e que o PP precisa escolher logo de que lado quer ficar. De forma subliminar, apresenta-se como o único contraponto viável eleitoralmente a Iris e aos peemedebistas, e como tal candidato natural de quem não se pode fugir. Com Iris e Marconi naturalmente 'candidatos', a disputa de 2010 já está estabelecida, com uma única incógnica deixando muita gente sem dormir: Henrique Meirelles será ou não candidato ao governo? Se for, será com quem, e contra quem? Em Anápolis, portanto, PMDB e PSDB já estão em campo, principalmente porque Marconi tomou para si a tarefa de eleger Ridoval Chiareloto como prova de seu prestígio, e o PMDB sonha em voltar a ter ali um mínimo de prestígio, que evite pelo menos derrotas humilhantes como as que teve para o marconismo nas últimas eleições, decisivas, aliás, para as derrotas maiores que teve, para o governo. E o fato de o PT (aliado do PMDB em Goiânia, mas em raia própria em Anápolis) estar no jogo com chances reais de ir para o segundo turno contra justamente o PMDB ou o PSDB, apenas coloca mais lenha nessa fogueira eleitoral. Só reforça a visão de que a disputa entre PMDB e PSDB é coisa para agora, 5 de outubro, e não para o segundo turno - que, vale repetir, pode nem existir para um deles. No segundo turno, caso os dois partidos se enfrentem, a guerra será em outro nível. (Publicado originalmente na Tribuna do Planalto em 21.9.2008)
22/09/08 - Segunda-feira Senadores em campanha Hoje Vassil Oliveira analisa a participação dos senadores na campanha eleitoral desse ano. Politicos pensam em 2010 e saem em busca de aumentar a base para as próximas eleições. Para ouvir o comentário clique AQUI.
22/09/08 - Segunda-feira Alberto Almeida " O eleitor vota em quem já fez algo por ele" Frases do sociólogo Alberto Almeida, sobre a cabeça do eleitor" e a eleição desse ano: "Tudo mundo que esta envolvido na campanha tem envolvimento emocional" "O eleitor acredita na promessa de quem já fez muita coisa" "O eleitor quer um prefeito, uma administração que resolva um problema dele" Para ouvir a íntegra da entrevista clique AQUI.
22/09/08 - Segunda-feira Avião do deputado Ronaldo Caiado tem problemas na cidade de Caçu Informação divulgada pela assessoria de imprensa do deputado federal Ronaldo Caiado (DEM-GO). Acompanhe a íntegra: Avião que transportava deputado foi vítima de sabotagem Caiado desceu em Caçu para participar de um evento político em Itarumã, cidade vizinha. "É inadmissível ações do tipo contra qualquer cidadão", desabafou o deputado. O parlamentar goiano garante que não vai se intimidar e continuará a atuar e a cobrar ações contra o narcotráfico. "Goiás sozinho não consegue combater o tráfico. O governo federal fechou os olhos para o nosso Estado", reclamou.
23/09/08 - Terça-feira Sandes não uniu a base aliada. Mas afinal alguém consegue unir? Hoje Vassil Oliveira analisa a dificuldade de união da base aliada, após as eleições de 1998, 2002 e 2006. Vassil destaca que o deputado federal Sandes Júnior (PP-GO) tentou nessas eleições, mas não conseguiu unir a base aliada.
24/09/08 - Quarta-feira PSDB mimetiza cada vez mais sua origem, o PMDB O texto abaixo saiu na edição de ontem do jornal 'O Estado de S. Paulo'. O título é o mesmo do post. Vale a pena ler. Para ler direto no Estadão, clique AQUI. *** Legenda tem traços da cconfederação de interesses regionais que tucanos renegaram há duas décadas Christiane Samarco Criatura do PMDB, o PSDB cada vez mais mimetiza o partido que lhe deu origem. Fundado por dissidentes peemedebistas em meio à efervescência política da Assembléia Nacional Constituinte, em 1988, o PSDB apresenta hoje os mesmos traços de "confederação de interesses regionais" que os tucanos renegaram no PMDB duas décadas atrás. Chefes políticos do PSDB agem em dissintonia com o comando nacional. "O PSDB girou, girou e, hoje, nada mais é do que um PMDB de menor tamanho", avalia o deputado Arnaldo Madeira (PSDB-SP). "O partido virou uma confraria", lamenta Madeira, ao analisar o quadro geral a partir da briga pela Prefeitura de São Paulo, onde a divisão entre os partidários do candidato Geraldo Alckmin (PSDB) e da reeleição do prefeito Gilberto Kassab (DEM) ameaça ganhar dimensão nacional. Quem, como o líder no Senado Arthur Virgílio Neto (AM), rejeita a comparação com o PMDB se apóia na tese de que o partido não apenas tem o projeto de retomar o poder central, como candidatos fortes para disputar a sucessão presidencial. O foco no interesse nacional, como diz Virgílio, não é suficiente para cimentar o partido, coalhado de líderes regionais que medem forças com a cúpula nacional. "Ninguém manda em ninguém. O partido tem que conversar." "O PSDB tem que, rapidamente, fazer uma reflexão e dela decorrer uma ação no sentido de que, sem unidade, não vamos muito longe", propõe o líder do partido na Câmara, José Aníbal (SP), para quem o "caso típico" é mesmo São Paulo. Já preocupado em administrar o racha no segundo turno da eleição na capital, admite que, "infelizmente, as disputas internas não têm resultado em unidade no momento seguinte". Foi assim nas eleições presidenciais com José Serra (2002) e Geraldo Alckmin (2006), e agora a situação se repete na briga pela prefeitura mais importante do País. A partir da bem-sucedida operação política para evitar disputa na convenção tucana em que Alckmin saiu candidato a prefeito, o presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), transferiu ao candidato a tarefa de unir o partido. Desde então, evita interferir na seção paulista, até para não "exportar o racha" para o cenário nacional, em que dois pré-candidatos a presidente - os governadores José Serra (SP) e Aécio Neves (MG) - travam uma guerra de bastidor. Tanto Madeira quanto Aníbal admitem que o projeto nacional não tem comandado as decisões. "Essa divisão é uma vergonha e dificulta ainda mais a construção do projeto nacional. O bom seria que estivéssemos todos juntos", diz Aníbal. "Regredir seria lamentável. Voltaríamos à condição de federação de forças regionais que renegamos para construir um partido com projeto nacional e que teve sucesso." Em conversas reservadas, Guerra reconhece que a grande dificuldade é "equilibrar" os projetos pessoais dos líderes tucanos Brasil afora. Mas lembra que o PSDB tem se mostrado unido no Congresso.
CACIQUES Amazonas Ceará Paraíba Pernambuco Bahia Goiás Minas Gerais Paraná São Paulo Rio Grande do Sul
24/09/08 - Quarta-feira Líderes fora de Goiânia, tudo por uma melhor posição para 2010 Vassil Oliveira analisa que os deputados federais e estaduais e os senadores não esta muito preocupados com a eleição aqui em Goiânia. A onda é correr pelo interior melhorando a posição em relação as últimas eleições. Para ouvir o comentário clique AQUI.
24/09/08 - Quarta-feira Celg e governo estadual conseguem investimentos junto ao governo federal Hoje Vassil Oliveira analisa a impacto politico do acordo firmando entre o governo do Estado de Goiás e o Governo Federal. Nova fase Tem ínicio agora com o estado, ainda esse ano, trabalhando no azul uma nova fase do governo Alcides Rodrigues. Agora é arregaçar as mangas e fazer mais investimentos, afinal 2008 está no fim e agora começa 201o. Para ouvir o comentario clique AQUI.
25/09/08 - Quinta-feira Rubens Otoni colhe em 2008 e já planta para 2010 Vassil Oliveira destaca a força do deputado federal Rubens Otoni que ajudou na renegociação de dividas do governo do estado de Goiás com a União. O deputado se empenhou e já colhe frutos nas eleições de Anápolis esse ano. Mas Rubens Otoni quer mesmo é 2010. Para ouvir o comentário clique AQUI.
25/09/08 - Quinta-feira Alcides cabo eleitoral Vassil Oliveira analisa que após a reestruturação financeira do estado, e a retomada de algumas obras, o governador Alcides Rodrigues pode ser um forte cabo eleitoral nas eleições de 2010. Para ouvir o comentário clique AQUI.
25/09/08 - Quinta-feira PT de 2008 não é o mesmo de 2010 Vassil Oliveira analisa o Partido dos trabalhadores que existe hoje em 2008 e como vai sair o PT para 2010. Quais são os nome principais do partido? Para ouvir o comentário cliue aqui
26/09/08 - Sexta-feira 2010: jogo começou mas ainda é assunto proibido Vassil Oliveira destaca que as eleições de 2010 já começaram, mas o tema ainda está colocado como assunto proibido. Nenhum dos nomes assume a candidatura diretamente. Para ouvir o comentário, clique AQUI.
29/09/08 - Segunda-feira Milagres ainda são possíveis? Hoje Vassil Oliveira analisa o final da campanha e fica um questionamento no ar: ainda existe tempo para milagres, e a quem deve-se recorrer? Para ouvir o comentário clique AQUI.
30/09/08 - Terça-feira Ronaldo Caiado avisa quem decide na politica goiana são os goianos Informações divulgadas no Blog do deputado federal Ronaldo Caiado. Acompanhe a íntegra. Para acessar o blog do deputado clique AQUI Brasília não decide os eixos da política em Goiás
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25/02/10
Cegueira ou malandragem? 16/01/10 Mudanças 14/01/10 Entrelinhas da Politica: Alcides e a saida dos auxiliares 13/01/10 Meirelles com cargo internacional mas ainda na disputa 13/01/10 Entrelinhas da Politica: É preciso iniciar a montagem de equipe de campanha. 12/01/10 A visita do Secretário da Fazenda aos Deputados estaduais 11/01/10 Governador afirma que 2010 será de investimento 11/01/10 Governador fala de investimento e fortalecimento da Nova Frente em entrevista a Tribuna do Planalto 07/01/10 As infuências externas na disputa em Goiás 07/01/10 Disputa para cargo de senador dificil. ate mesmo para Lucia Vania 07/01/10 A expectativa de investimento 06/01/10 Definir estratégias esse é o primeiro passo para 2010 06/01/10 Roller surge como uma das alternativas da NOVA FRENTE 11/12/09 Mais poesia e menos política, minha gente 08/12/09 Ponto. Parágrafo.
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